Em 2025, o marketing digital atingiu um ponto de ruptura. Com o alto custo de tráfego e a saturação de conteúdos persuasivos, o empreendedor Diego Martinez consolidou o Marketing de Ferramenta. A metodologia não é apenas uma tática, mas um ecossistema funcional que atrai por utilidade real antes mesmo de qualquer oferta comercial.
O que é a FVR?
A unidade central do método é a FVR (Ferramenta de Valor Recorrente). Diferente de uma "isca digital" comum, a FVR é um ativo inteligente que pode ser digital (simuladores), físico (estações em PDV) ou híbrido. Sua principal característica é a Integralidade: ela funciona com ou sem conversão imediata, gerando valor recorrente para o usuário.
Pilares Mercadológicos (FIRE)
- Funcionalidade
- Integralidade
- Recorrência
- Experiência
Pilares Técnicos (EPAT)
- Estratégia
- Processo
- Automação
- Tráfego
Comportamento CCGO
A metodologia introduz o framework CCGO (Ciclo, Câmbio, Grafo e Órbita), que define como a ferramenta se estrutura internamente. Isso permite que o marketing deixe de ser um funil linear e passe a ser uma jornada de exploração livre e inteligente, onde a inteligência é orientada por uso (FDI) e não por análise invasiva de perfil.
"O Marketing de Ferramenta transforma o software no próprio canal de marketing. É o fim da dependência de narrativas e o início da era da utilidade escalável."
Vantagens e Inovação
A redução do CAC e o aumento do LTV são as consequências naturais de ativos que permanecem úteis no pós-venda. Através do SaaM (Software as Marketing), o mercado agora possui um framework claro para construir máquinas de vendas que operam de forma autônoma.
